No caminho para a faculdade, parada em um engarrafamento em frente à Baía de Guanabara, comecei a observar atentamente um bando de aves que sobrevoavam o local. De súbito, a atitude daqueles animais me levou a pensar na vida e em como nós, seres humanos, somos parecidos com eles.
As aves voavam, aterrizavam na água e davam um mergulho rápido na busca pelo seu alimento. Nem todas conseguiam apanhar um peixe na primeira tentativa,mas nem por isso desistiam. Alçavam o vôo novamente e logo depois estavam prestes a tentar novamente. Todas estavam ali, juntas, e ao mesmo tempo eram concorrentes, rivais, na busca por conquistar o mesmo objetivo: a sobrevivência diária. Ao observar este fato, pude observar que elas não são muito diferente de nós; todos os dias, vamos em busca das nossas conquistas. Certamente nós vamos atrás de mais do que um simples peixe, que nesta metáfora é a representação de todos os nossos desejos. Saímos em bando, porém cada um lutando e conquistando conforme as suas limitações e possibilidades. E para vencer, é necessário não desistir no 'primeiro mergulho'. Precisa-se de força suficiente para alçar vôo diante do fracasso e tentar mais uma vez.
sábado, 14 de agosto de 2010
Oi pessoal, tudo bem?
Eu resolvi agregar outros enfoques ao blog..
Como estudante de letras, além das minhas tentativas
de transmitir os meus pensamentos, vou trazer também dicas de
gramática, crônicas e meus trabalhos acadêmicos.. Espero que
seja muito útil e que vocês gostem muito! Aproveitem para postar
comentários e me seguir!
Beijinhos
Eu resolvi agregar outros enfoques ao blog..
Como estudante de letras, além das minhas tentativas
de transmitir os meus pensamentos, vou trazer também dicas de
gramática, crônicas e meus trabalhos acadêmicos.. Espero que
seja muito útil e que vocês gostem muito! Aproveitem para postar
comentários e me seguir!
Beijinhos
sexta-feira, 23 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
O tempo
Voraz, volátil,impetuoso.
Sempre está correndo e não espera
por ninguém.
Todos precisam correr para tentar
alcançá-lo e mesmo assim é uma
tarefa quase impossível.
Nove horas. Meio-dia.
Central do Brasil, Largo da Carioca,
Cinelândia.
As pessoas continuam correndo pra lá
e pra cá, ansiosas, atrasadas.
O tempo não pára.
E nessa confusão, a juventude passa,
as rugas aparecem.
Ele continua correndo, indiferente.
Ele também não quer saber o que você
fez dele, nem vai te dar a oportunidade
de voltar atrás para consertar o que
passou.
Você só tem o agora para fazer o que há
de melhor e não se arrepender depois.
Sempre está correndo e não espera
por ninguém.
Todos precisam correr para tentar
alcançá-lo e mesmo assim é uma
tarefa quase impossível.
Nove horas. Meio-dia.
Central do Brasil, Largo da Carioca,
Cinelândia.
As pessoas continuam correndo pra lá
e pra cá, ansiosas, atrasadas.
O tempo não pára.
E nessa confusão, a juventude passa,
as rugas aparecem.
Ele continua correndo, indiferente.
Ele também não quer saber o que você
fez dele, nem vai te dar a oportunidade
de voltar atrás para consertar o que
passou.
Você só tem o agora para fazer o que há
de melhor e não se arrepender depois.
domingo, 18 de julho de 2010
Mesmo que o obstáculo seja tão grande a ponto de não te permitir enxergar o outro lado a alcançar, não é motivo suficiente para desistir. E se o caminho é inviável, há sempre uma alternativa a seguir.
E necessário, portanto, estar sóbrio, para não tomar atitudes impensadas e precipitadas. Há dentro de cada um, uma bússola que leva a diferentes direções. Saber distinguir para onde ir é o que faz um homem vencedor ou derrotado.
E necessário, portanto, estar sóbrio, para não tomar atitudes impensadas e precipitadas. Há dentro de cada um, uma bússola que leva a diferentes direções. Saber distinguir para onde ir é o que faz um homem vencedor ou derrotado.
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