sábado, 16 de outubro de 2010

Peanuts - 60 anos.





A turma mais animada do cartoon mundial completou 60 anos este mês e isso não pode passar em branco.
A primeira publicação dos Peanuts aconteceu no dia 02 de outubro de 1950. O Snoopy apareceu dois dias depois. Ele deveria se chamar Sniff, mas já havia outra tirinha de quadrinhos que utilizava esse nome e então foi batizado de Snoopy.
Durante dois anos, Snoopy agiu como um cão convencional; não falava e andava sobre quatro patas. No dia 19 de outubro de 1952, seus pensamentos foram verbalizados pela primeira vez através de balões e começou a interagir com os personagens. A partir deste desenvolvimento, foram criados outros personagens tornando-o um cão multifacetado; em alguns momentos aparecia como um piloto da Primeira Guerra Mundial que combatia com seu arquinimigo Manfred von Richtofen, o Barão Vermelho(que aparece indiretamente representado pelas balas que atingem sua casa), aparece de vez em quando também como Joe Cool quando utiliza óculos de sol e se encosta na parede sem fazer nada. Além destes dois, ele é o shorstop da equipe de baseball de Charlie Brown, seu dono. Aparece em outros momentos como 'Flasbeagle', o 'Vulture' e o 'Legionário estrangeiro'.
O melhor amigo do Snoopy é o passarinho Woodstock, que somente fala através de marcas de apóstrofe. Ele também possui um outro inimigo invisível, o 'Gato estúpido da casa ao lado'.
Snoopy odeia doces de coco e bolachas, é claustrofóbico e tem medo de pedaços de gelo que balançam a sua casa, que por dentro é muito maior do que aparenta externamente. O cãozinho também é bilíngue, pois compreende um pouco de francês. A sua comida de cão chama-se 'para cães que voaram na Primeira Guerra Mundial e compreendem um pouco de francês'.
O sucesso da tirinha resultou na criação da série de TV de Snoopy.


Personagens dos Peanuts: Charlie Brown: Protagonista principal e dono do Snoopy.

Snoopy: o cachorro do Charlie Brown, um beagle muito estiloso e cheio de ideias.

Linus: melhor amigo de Charlie Brown que possui um cobertor azul do qual não se separa e acredita na Grande Abóbora.

Patty Pimentinha: menina moleque, que alimenta um grande amor por Charlie Brown.

Lucy: irmã mais velha de Linus, que adora implicar com Charlie Brown e é apaixonada por Schroeder.

Schroeder: pianista que vive a maior parte do tempo a tocar seu instrumento.

Sally: irmã mais nova de Charlie Brown que é apaixonada por Linus.

Woodstock: passarinho amarelo amigo do Snoopy.


Charles Schulz morre aos 77 anos nos EUA, em 12 de fevereiro de 2000. A última tirinha que ele escreveu foi no dia 03 de janeiro de 2000. Com a morte do autor, foram interrompidas as produções, ficando para nós um vasto acervo de 50 anos de produção.

domingo, 10 de outubro de 2010

Uma boa dica




Le huitième jour (O oitavo dia) é um filme belga de 1996 que retrata a vida de Harry, um workalic que perdeu a confiança de suas filhas. Um dia, desesperado após esquecê-las na estação de trem, sai dirigindo na noite chuvosa e atropela um cão na estrada. Ao descer do carro, encontra com Georges, dono do cão e portador de síndrome de Down. Desesperado pelo que fez, pergunta como pode ajudá-lo, e Georges diz que está em busca de sua mãe. A partir daquele dia, nunca mais sua vida será a mesma. Eles viverão grandes experiências juntos e Harry se despirá do pragmatismo,do preconceito, da tristeza e descobrirá um jeito doce e encantador de viver a vida. Um filme emocionante.

Os dois atores ganharam o prêmio de melhor ator do Festival de Cannes de 1996. (Georges: Pascal Duquernne); (Harry: Daniel Auteuil) - Vale a pena ver!

sábado, 9 de outubro de 2010

O propósito deste embate não é causar polêmica, defender um lado e criticar outro, mas sim nos fazer refletir nas atitudes que determinados grupos vêm manifestando de um certo tempo pra cá. Pela cidade do Rio de Janeiro, é possível ver em alguns outdoors a manifestação de um religioso contra o homossexualismo. A crítica que vai ser aqui exposta, visa mostrar que realmente o ser humano tem direito de não ser favorável a tudo o que acontece no mundo, mas que expor sua opinião sem agredir e ofender é uma maneira de nos relacionarmos como bons cidadãos.
O homossexualismo ganhou um grande impulso na sociedade dos nossos dias. Os homossexuais que antes se escondiam atrás do preconceito e não queriam se mostrar, despiram-se de seus estigmas e colocaram a cara a tapa. Resolveram assumir o que realmente são. Com este fenônemo, começou um largo embate entre ciência, política, educação e sociedade em torno do assunto. A psicologia, a medicina e os cientistas procuram achar traços na genética que explique o fenônemo que faz o ser humano se sentir atraído por uma pessoa do mesmo sexo. Há quem diga que é uma questão de carma, de outras vidas. Essas potenciais discussões acirraram as manifesntações por parte do grupo em defesa de seus direitos, que por conseguência vem gerando uma falta de entendimento com alguns grupos religiosos.
Os religiosos negam o homossexualismo por estar escrito na bíblia a condenação de tal prática. Diante de tudo isso podemos refletir de maneira positiva sobre esse assunto pois vivemos numa sociedade democrática que nos permite ser a favor ou não de uma determinada corrente ou grupo. Não concordar com esta ou aquela ideia não nos dá o direito de agirmos de maneira excessiva e disseminando a homofobia. Creio que a religião como um meio influente na sociedade deveria defender a sua crença de maneira que não ofendesse ninguém. Mostrar o pensamento de maneira fraterna e que não crie uma verdadeira guerra entre dois pólos. O mundo não precisa de mais conflitos. O mundo precisa de indivíduos sensíveis que saibam se manifestar de maneira amigável e onde cada um possa defender suas ideologias de maneira harmoniosa, sem ofensas.

sábado, 14 de agosto de 2010

No caminho para a faculdade, parada em um engarrafamento em frente à Baía de Guanabara, comecei a observar atentamente um bando de aves que sobrevoavam o local. De súbito, a atitude daqueles animais me levou a pensar na vida e em como nós, seres humanos, somos parecidos com eles.
As aves voavam, aterrizavam na água e davam um mergulho rápido na busca pelo seu alimento. Nem todas conseguiam apanhar um peixe na primeira tentativa,mas nem por isso desistiam. Alçavam o vôo novamente e logo depois estavam prestes a tentar novamente. Todas estavam ali, juntas, e ao mesmo tempo eram concorrentes, rivais, na busca por conquistar o mesmo objetivo: a sobrevivência diária. Ao observar este fato, pude observar que elas não são muito diferente de nós; todos os dias, vamos em busca das nossas conquistas. Certamente nós vamos atrás de mais do que um simples peixe, que nesta metáfora é a representação de todos os nossos desejos. Saímos em bando, porém cada um lutando e conquistando conforme as suas limitações e possibilidades. E para vencer, é necessário não desistir no 'primeiro mergulho'. Precisa-se de força suficiente para alçar vôo diante do fracasso e tentar mais uma vez.
Oi pessoal, tudo bem?
Eu resolvi agregar outros enfoques ao blog..
Como estudante de letras, além das minhas tentativas
de transmitir os meus pensamentos, vou trazer também dicas de
gramática, crônicas e meus trabalhos acadêmicos.. Espero que
seja muito útil e que vocês gostem muito! Aproveitem para postar
comentários e me seguir!
Beijinhos

sexta-feira, 23 de julho de 2010

A embriaguez é a loucura dissimulada, numa tentativa ilimitada de fugir da lucidez.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

O tempo

Voraz, volátil,impetuoso.
Sempre está correndo e não espera
por ninguém.
Todos precisam correr para tentar
alcançá-lo e mesmo assim é uma
tarefa quase impossível.
Nove horas. Meio-dia.
Central do Brasil, Largo da Carioca,
Cinelândia.
As pessoas continuam correndo pra lá
e pra cá, ansiosas, atrasadas.
O tempo não pára.
E nessa confusão, a juventude passa,
as rugas aparecem.
Ele continua correndo, indiferente.
Ele também não quer saber o que você
fez dele, nem vai te dar a oportunidade
de voltar atrás para consertar o que
passou.
Você só tem o agora para fazer o que há
de melhor e não se arrepender depois.